***Ortopedia Funcional dos Maxilares*** **Rafael Ferreira **
  

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Escrito por Dr, Rafael Ferreira às 18h09
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Currículo Dr Rafael ferreira

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Escrito por Dr, Rafael Ferreira às 18h26
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   Mapeamento de Trigger Points na musculatura de cabeça, pescoço e face em pacientes com a Síndrome do Respirador Bucal.
Juliana Swytka Ghen
Fisioterapeuta graduada pela FEEVALE
Pós Graduação em Terapia Manual e Postural.
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Escrito por Dr, Rafael Ferreira às 13h29
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   Extração dentária compromete a memória, diz estudo

Quando o dentista extrai um dente, ele pode estar tirando também parte da memória do paciente, revelou um estudo sueco que será apresentado em Estocolmo nesta sexta-feira.
"Os dentes parecem ter uma importância enorme para a nossa memória", disse Jan Bergdahl, dentista que é professor associado da faculdade de Psicologia da Universidade de Umeaa, no norte da Suécia, um dos autores do estudo.

Para este estudo, parte de uma pesquisa mais ampla sobre a memória chamada Betulastudien, os pesquisadores acompanharam 1962 pessoas com idades entre 35 e 90 anos desde 1988, comparando a memória daqueles que tinham todos dentes e os que os extraíram e passaram a usar dentaduras. "As pessoas que não tinham dentes tiveram sua memória claramente afetada em comparação com aqueles que tinham", disse Bergdahl.

Recentes estudos japoneses feitos com ratos mostraram a relação entre os dentes e a memória, mas de acordo com Bergdahl, este é o primeiro estudo em larga escala em humanos que claramente estabelece uma relação entre os dois pontos.

A pesquisa sueca ainda precisa revelar o impacto da extração de um único dente na memória humana e Bergdahl disse que "em seguida, planejamos ver quantos dentes uma pessoa precisa perder antes que afete sua memória. Nós também vamos investigar como a decadência do dente afeta a perda da memória e que influência têm os implantes dentários".

Ele insistiu, no entanto, que não espera que estudos futuros revelem que os implantes melhoram a memória. "Eu não acho que seja provável. Testes em animais mostraram que a extração de dentes rompe nervos contectados ao cérebro", disse Bergdahl, afirmando que o estudo sueco poderá mudar dramaticamente o cuidado futuro com os dentes dos idosos. "Devemos pensar duas vezes antes de arrancar dentes que apresentam problemas", afirmou.




Escrito por Dr, Rafael Ferreira às 16h35
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   Hábito de respirar pela boca pode levar à queda de até 30% na performance física


O que a cabeça tem a ver com os pés? Tudo. E não só com os pés, mas com todo o corpo. O inofensivo hábito de respirar pela boca, por exemplo, pode levar à queda de até 30% na performance física. Isto porque diminui a oxigenação do sangue e, assim, a capacidade aeróbica, contribuindo para as lesões musculares, além de provocar ou agravar a asma, dar sonolência ou agitação. Também muda a estrutura do céu da boca, da arcada dentária e da musculatura da face, que no conjunto correspondem às disfunções da articulação têmporo-madibular (ATM). São alterações que acabam por interferir decisivamente na postura do indivíduo.

O craque Ronaldinho quase deixou o futebol, aos 15 anos, em decorrência de um problema dentário. Ao se esforçarem mais para manter o mesmo rendimento dos colegas, atletas ou pessoas dedicadas a algum esporte que respiram pela boca chegam a induzir a asma. Estudos na área da Odontologia já demonstram que os atletas que respiram pela boca apresentam performance 21% inferior em relação aos que respiram pelo nariz.

Como as crianças e nem os pais têm idéia das conseqüências do hábito de respirar pela boca, e até não identificam o problema, uma equipe multidisciplinar iniciou um estudo pioneiro com 300 crianças, de 8 a 14 anos, da Escola de Futebol Leão, do Clube Fortaleza. Ao longo de três meses, uma equipe do projeto Respire Bem e Viva Melhor, formada por dentista, pneumologista, fisioterapeuta e fonoaudióloga, irá avaliar a postura e o desempenho dos alunos. Identificados os problemas, serão indicados os tratamentos.

As crianças que respiram pela boca acabam respirando mais rápido que as demais, se expondo mais às impurezas do ar. É que, ao longo de bilhões de anos, o sistema respiratório humano foi se adaptando para proteger o organismo destas impurezas, mantendo o equilíbrio das trocas gasosas com o meio externo.

O nariz aquece, umidifica e limpa o ar que respiramos, o que não acontece quando o ar entra pela boca. Em conseqüência, as amígdalas e adenóides e todo o trato respiratório ficam irritados, abrindo caminho para crises de asma, bronquite, rinites, otites de repetição, resfriados freqüentes, sono agitado, explica a pneumologista Valéria Góes.

Se o hábito de respirar pela boca não for identificado nos primeiros anos de vida, a criança altera e compromete o padrão do corpo como um todo. De acordo com a dentista e coordenadora do projeto, Fátima Moura, o céu da boca se estreita, os lábios ficam entreabertos de forma a deixar a musculatura da face flácida, aumentando a incidência de cáries. Também são verificados problemas de deglutição dos alimentos, sendo comum a preferência pelos líquidos e pastosos ao invés do alimento sólido.

Numa reação em cadeia, até o posicionamento da língua se altera, prejudicando a fala e levando a uma mudança no posicionamento da mandíbula. Favorece a postura de crianças com ombros caídos, retificação da coluna cervical (o pescoço fica esticado para frente) e o diafragma fica com o tônus aumentado. Isso desorganiza e desestrutura a postura, favorecendo os desequilíbrios. Sendo assim, o atleta ou qualquer pessoa que pratica uma atividade física, como karatê ou ginástica, costuma se machucar com maior facilidade.

Dra. Fátima Moura recomenda observar as crianças que não dormem bem, são muito agitadas ou sonolentas, apresentam sobrepeso ou abaixo do peso, ou seja, os extremos. A prática de esportes requer cuidados num contexto como este, pois a oxigenação deficiente leva a estafa muscular rapidamente.

Segundo a dentista, as escolas e academias precisam estar mais atentas às pessoas que respiram pela boca, até para melhorar o seu rendimento físico e ajudar a resolver um problema que afeta várias funções do organismo. Do contrário, como os sintomas são diversos, a raiz do problema acaba sendo identificada, com muito custo, por médicos de diferentes especialidades.

Este é o papel de uma especialidade que, aos poucos, vem ganhando espaço: a Odontologia Desportiva. A área envolve equipes multidisciplinares. A tarefa dos especialistas é identificar até que ponto o tipo de material usado na restauração de um dente do atleta pode se partir, levando em conta o grau do impacto da atividade física.

Como identificar

Pessoa que apresenta sonolência diurna
Quem ronca, baba ou dorme de boca aberta
Quem sempre está com a boca entreaberta
Não tem resistência para correr
Criança irritada ou quieta demais
Desempenho físico diferente dos colegas
Infecções freqüentes (resfriados) e presença de catarro.

Notícia publicada no Diário do Nordeste de 5 de setembro de 2004.
Enviado por fatima moura (mfatimamoura@yahoo.com.br)



Escrito por Dr, Rafael Ferreira às 17h30
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   Os fisioterapeutas enxergam um corpo sem boca, e os dentistas vêem uma boca sem um corpo.
MARIANO ROCABADO
Fisioterpeuta

Como sabemos a mandíbula tem grande influência no posicionamento do eixo corporal, devemos estar cientes que qualquer alteração do plano oclusal, além de alterar a equação de equilíbrio de Thilemamm, teremos uma possível adaptação na postura corporal.


Escrito por Rafael Ferreira às 13h37
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   É de extrema importância o diagnóstico precoce da mastigação unilateral, isto porque quando mais cedo, menor serão as seqüelas. Não só a ortopedia funcional dos maxilares deve estar ciente dessas alterações, mas todos as especialidades da odontologia, ao examinarmos nossos pacientes durante a primeira consulta de anamnese, devemos perguntar qual o lado mastigatório, e após isto conferir esta afirmação, e caso identificado, o problema, tratar ou encaminhar para um profissional habilitado, prevenindo assimetria faciais, mordidas cruzadas, disfunções articulares como dor e deslocamento do disco, alterações nos padrões mastigatórios, fonação e respiração.




Escrito por Rafael Ferreira às 13h37
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   Quien sabe, previene.
Quien sabe menos, trata y cura.
Quien no sabe, corta y saca.
E. Lloyd , DuBrul 1991.


Escrito por Rafael Ferreira às 01h12
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   Mais um artigo sobre amamentação, acreditamos como Pedro Planas que este é o começo da maturação do sistema estomatognático. PREVENÇÃO É TUDO. importancia da amamentação natural para o desenvolvimento do sist. estomatognático.htm



Escrito por Rafael Ferreira às 01h12
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   Equilíbrio vital

A boca é o portal energético do corpo, a face é composta de várias estruturas que possuem uma interdependência. Acredito que tentamos equilibrar o órgão mais complexo e menos entendido do nosso organismo. A boca está relacionada com diversas estruturas como a respiração (que acredito que de todas é a que mais influência na modulação do crescimento e desenvolvimento), a fala que é vital para a sociabilidade; pessoas que possuem harmonia estomatognátiga são mais bem aceitas, possuem capacidade física maior (Ronaldinho Gaúcho é uma exceção).
A maxila se relaciona com a órbita, cavidade nasal, cavidade oral. Por trás de todo este conjunto está o nosso sistema nervoso central. A pituitária importantíssima para promover o crescimento está localizada no esfenóide, osso que se relaciona com todos os ossos da face e parte interna do cérebro, posso ficar escrevendo mais dez páginas sobre isso e mesmo assim não teremos todas as relações. Esta interdependência já foi descrita por Van Der Klaauw (componente craniano funcional o CCP), Moss desenvolveu a sua teoria a partir destes postulados.
Mas acredito que devemos ir além, se sabemos que a posição da mandíbula guia o eixo corporal, qualquer intervenção que fizermos, que possa alterar o equilíbrio do sistema (seja uma restauração mal adaptada ou problema periodontal...) comprometerá o todo. Caso esta boca entre em colapso, estará influenciando também a posição da mandíbula, alterando o eixo corporal gerando uma resposta que é uma adaptação muscular (situação hipotética). Devemos sempre antever o problema, esta é a real prática da OFM.
Prevenir é dar condições para que o indivíduo cresça e se desenvolva com as máximas de sua capacidade. Sabemos que grande parte das más oclusões começam na infância, se prevenirmos desde o nascimento com as corretas orientações sobre a amamentação, alimentação, hábitos, fatores psicológicos..., Conseguiremos sem dúvida nenhuma alcançar o equilíbrio de nossos pacientes.
O grande mérito de Pedro Planas não foram o equiplan nem pistas diretas ou indiretas, a sua grande descoberta foi como se operava o desenvolvimento do sistema estomatognático, ele observou as rotações da mandíbula e maxila e conseguiu identificar o motivo, e como elas aconteciam, mas este gênio foi além ele aprendeu a corrigir e prevenir. Planas já em 1962 descrevia que uma correta amamentação com movimentos de ordenha era uma preparação do sistema estomatognático para receber os dentes e estes cumprirem o seu papel que é a de moer e triturar o alimento aumentando a sua superfície como conseqüência facilitando a digestão. Esses estímulos corretos vão influenciar todas as estruturas interdependentes, trabalhando em harmonia.
Acredito que OFM vai muito além de aparelhos, OFM é direcionar, criar ou manter o equilíbrio. Devemos sempre escutar nossos pacientes porque acredito que eles possuem informações valiosíssimas para a compreensão da OFM. Temos que colaborar para a correta evolução do sistema como um todo, indo em direção ao equilíbrio vital.



Escrito por Rafael Ferreira às 01h11
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   De acordo com GRIBEL (1999) tratamento muito precoce, antes dos seis anos de idade pode tirar proveito, tanto da quantidade, como da qualidade de crescimento, devido a plasticidade dos tecidos moles e duros, podendo atuar na prevenção, correção ou atenuação das alterações de forma e função do sistema estomatognático.
GRIBEL (1999) em entrevista para a revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial destaca que pela sua experiência profissional, a estabilidade das alterações ortopédicas, produzidas por aparelhos ortopédicos funcionais, é muito boa, em especial nas idades precoces. O autor ainda insiste que os tratamentos são mais estáveis quando mais precoce o for, se possível antes dos 6 anos de idade.
PETROVIC e STUSTZMANN relataram que entre 5 e 7 anos de idade, a quantidade e direção de crescimento, possui uma grande eficiência comparado ao surto de crescimento pré-puberal.
Quando falamos em tratamento precoce devemos compreender que todas as medidas transversais já apresentam mais de 80% aos 6 anos de idade.
(SNODELL, NANDA, CURRIER, 1993).
GRIBEL (1999) demonstrou que 61,7% das dimensões sagitais de um adulto já se apresentam no primeiro ano de vida, e 80% em torno dos 6 anos de vida.




Escrito por Rafael Ferreira às 01h09
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   Para que possamos fazer um correto tratamento em ortopedia funcional dos maxilares, é de fundamental importância sabermos o lado que preferencialmente o paciente mastiga, isto porque de acordo com as leis planas de desenvolvimento, com o aparecimento da mastigação unilateral teremos alterações no desenvolvimento da face, como assimetrias (alterando a correta mastigação), mordida cruzada (no lado da mastigação viciosa), fonação e respiração além de ter um aumento da placa bacteriana no lado oposto à mastigação como conseqüência adensamento da doença periodontal, em decorrência da mastigação unilateral, como um maior acumulo de tártaro e grande perda óssea no lado oposto a mastigação( LARATO, 1970).
Para que possamos ter um correto desenvolvimento da mandíbula e maxila devemos ter uma mastigação bilateral alternada, multidirecional, para o correto estímulo das estruturas de suporte, estabilidade da oclusão e higiene dos dentes RAMFJORD E ASH (1987) (livre de interferências oclusais, com o maior número de contatos dentários durante os ciclos mastigatórios).
Também se deve compreender que um dos motivos de recidivas de casos tratados com ortopedia ou mesmo ortodontia ocorre devido à falta de mastigação bilateral (SIMÕES, 1998).



Escrito por Rafael Ferreira às 01h09
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   Neste sítio existe um artigo muito interessante para as mulheres que não possuem leite e precisam amamentar, já havia pensado nesta técnica, mas fiquei muito feliz por ela existir e dar certo.clic aqui


Escrito por Rafael Ferreira às 01h08
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ESTE ARTIGO FALA DA IMPORTÂNCIA DO TRATAMENTO PRECOCE CLIC NO ARTIGO ABAIXO E SAIBA MAIS. 

QUANDO DEVEMOS INTERVIR? ORTOPEDIA FUNCIONAL DOS MAXILARES SOB A ÓTICA DA REABILITAÇÃO NEURO-OCLUSAL.
RAFAEL FERREIRA*
*CURSO EXTENSIVO EM ORTOPEDIA FUNCIONAL DOS MAXILARES (SOBRACOM).
*ESPECIALISTA EM ORTOPEDIA FUNCIONAL DOS MAXILARES CFO.



Escrito por Rafael Ferreira às 00h54
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 Caso em tratamento em meu consultório, usando aparelhos Ortopédicos funcionais, Reabilitação Neuro-Oclusal e Ortodontia. Início de tratamento agosto de 2001.Diagnóstico básico: Sobremordida, respirador bucal, Classe II, alteração da postura corporal. Usei 1- Equiplan, 2- SN1 tubo superior, 3- Placa Encapsulada de Maurício Distalizadora dente 23 e aparelhagem fixa inferior, 4 Equiplan.

 



Escrito por Rafael Ferreira às 16h29
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